Resposta a incêndio florestal testada nas Ruínas Romanas de Troia

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A resposta a incêndios florestais foi testada nas Ruinas Romanas de Troia no passado dia 17 de abril. O simulacro teve como objetivo de testar as medidas de autoproteção do sítio e a resposta das autoridades de proteção civil (Guarda Nacional Republicana – GNR, Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal – CDOS, Bombeiros Mistos de Grândola – BMG, e o Serviço Municipal de Proteção Civil de Grândola – SMPC), bem como a operacionalidade do Plano Especial de Intervenção de Troia, num cenário de incêndio florestal que atinge as Ruinas Romanas de Troia num dia de abertura ao público, de que resultam feridos graves.

Perante um cenário de incêndio florestal, provocado por uma trovoada seca, que atinge as Ruínas Romanas de Troia, todas as entidades e autoridades de proteção civil deram uma resposta cabal à situação de emergência que, para além de alguns danos nas infraestruturas de apoio ao sítio, provocou dois feridos, um dos quais com suspeitas de traumatismo na coluna vertebral, o que obrigou à sua imobilização e evacuação. Tendo a primeira resposta sido da responsabilidade da equipa de segurança do Troiaresort, a primeira autoridade a chegar ao local foi a GNR de Troia que assumiu o comando das operações de socorro até à chegada dos Bombeiros de Grândola. A passagem do comando das operações para o adjunto do comando dos Bombeiros de Grândola decorreu com normalidade, tendo os bombeiros assumido o socorro ao ferido grave e o combate ao incêndio. O Serviço Municipal de Proteção Civil de Grândola assegurou o apoio e coordenação de meios externos, bem como o apoio às vítimas.

O simulacro foi realizado como se duma ocorrência real se tratasse, tendo o Comando Distrital de Operações de Socorro fornecido todos os meios necessários, nomeadamente os canais de comunicações de emergência. O exercício foi ainda seguido por um conjunto de observadores das forças armadas, autoridade marítima, corporações de bombeiros vizinhas, entre outras entidades.

A avaliação final, realizada por todas as entidades e observadores presentes, foi claramente positiva, quer pela resposta pronta dada e pela operacionalidade demonstrada, quer, fundamentalmente, por ter permitido detetar situações de melhoria.

O simulacro decorreu no âmbito do projeto internacional STORM e foi o primeiro dos dois previstos para o ano de 2018.

Fig. 1 – Bombeiros de Grândola efetuando o rescaldo do incêndio no interior das Ruínas Romanas de Troia.

Fig. 2 – Bombeiros de Grândola efetuando a imobilização do ferido grave, com a assistência da equipa médica do Troiaresort e o apoio da Guarda Nacional Republicana.

 

Serviço Municipal de Proteção Civil de Grândola